Olho o mundo por olhos de
vitral
Com cor diferente, forma sem definição
Turvo e torto, meio surreal e meio morto
Perdido nas arestas e nos retalhos de vidro
Cercado de certa forma, por cor e mistura
Será que sou visto por de trás desta armadura?
Este casulo de arco-íris, mórbido e irreal
E mesmo visto, sou identificado com precisão?
Devo dançar pra ser observado melhor?
Deixar os risos me consumirem
Devo lançar a fúria, fornalha da minha existência?
Vou tentar absolver os transgressores
Vou tentar rir dos lamentos da minha língua
Vou tentar estar diferente
Mas nem tanto
Com cor diferente, forma sem definição
Turvo e torto, meio surreal e meio morto
Perdido nas arestas e nos retalhos de vidro
Cercado de certa forma, por cor e mistura
Será que sou visto por de trás desta armadura?
Este casulo de arco-íris, mórbido e irreal
E mesmo visto, sou identificado com precisão?
Devo dançar pra ser observado melhor?
Deixar os risos me consumirem
Devo lançar a fúria, fornalha da minha existência?
Vou tentar absolver os transgressores
Vou tentar rir dos lamentos da minha língua
Vou tentar estar diferente
Mas nem tanto

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